Judería de Segovia

Antigo bairro judeu medieval, ativo até à expulsão de 1492, com ruas estreitas junto à muralha e à Catedral. Conserva casas com pátios interiores, a antiga sinagoga (hoje convento do Corpus Christi) e o Centro Didáctico da Judería, que explica a vida sefardita na cidade.
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Outros lugares em Segovia
Acueducto de Segovia
puenteO monumento mais fotografado de Segóvia: um aqueduto romano do século I d.C. com 728 metros e 167 arcos de granito sem argamassa, que atinge 28,5 metros de altura na Plaza del Azoguejo. Continua em pé quase intacto após dois milénios e é Património Mundial junto com o resto da cidade velha.
Alcázar de Segovia
alcazarCastelo-palácio de pedra sobre um promontório rocoso entre os rios Eresma e Clamores, com torres pontiagudas que inspiraram castelos de contos de fadas. Foi residência dos Reis Católicos e hoje alberga um museu de armas e mobiliário de época. Subir à Torre de Juan II oferece a melhor vista de Segóvia.
Catedral de Segovia
catedralConhecida como 'a Dama das Catedrais' pela sua elegância gótica tardia, foi construída no século XVI depois de se transferir o templo original do Alcázar. Destacam-se o seu claustro, a Sala Capitular com tapeçarias e a torre, uma das mais altas de Espanha. Preside à Plaza Mayor da cidade.
Iglesia de San Martín
iglesiaUm dos melhores exemplos do românico segoviano (século XII), com um átrio porticado que rodeia quase todo o edifício, uma torre mudéjar e portais esculpidos. Ergue-se numa praça tranquila do centro histórico, a caminho entre o Aqueduto e a Plaza Mayor, e passa muitas vezes despercebido ao turismo de massas.
Plaza Mayor de Segovia
plazaO coração social da cidade, porticada e arborizada, ladeada pela Catedral, pela Câmara Municipal e pelo teatro Juan Bravo. Ponto de partida habitual para explorar o centro histórico e provar o cochinillo assado nos restaurantes dos seus arcos, com terraços ativos quase todo o ano.
Titirimundi — Festival Internacional de Teatro de Títeres de Segovia
fiestaO Titirimundi transforma Segovia na capital mundial da marioneta todos os meses de maio desde 1985, ano em que Julio Michel o fundou. Em 2026 a 40ª edição (12 a 17 de maio) reuniu 40 companhias de nove países. O que é de rua é gratuito; os espetáculos em sala pagam-se e os bilhetes compram-se online em tickets.turismodesegovia.com.
Ferias y Fiestas de San Juan y San Pedro de Segovia
fiestaAs festas maiores de Segóvia caem sempre por volta de São João (24 de junho) e São Pedro (29). Em 2026 o núcleo festivo concentrou-se entre 19 e 30 de junho, com abertura oficial no sábado 20, e segundo a programação municipal divulgada pela imprensa local, 97% do programa foi gratuito: verbenas quase todas as noites na Plaza Mayor, desfiles, gigantones e cabeçudos. Só se paga a tourada e algum concerto.
Fiestas de San Frutos, patrón de Segovia
fiestaSão Fruto é o padroeiro de Segovia e a sua festa não muda de data: 25 de outubro, todos os anos. O símbolo da celebração é "o milagre da folha que passa", o livro de metal que a imagem do santo sustenta na Catedral e que vira uma página ao bater da meia-noite. Grátis e ao pé da rua; dorme em Segovia, porque não há trem nem autocarro de volta a essa hora.
Semelhantes noutras cidades
Casco Viejo (Siete Calles)
BilbaoFundado no século XIV por Diego López de Haro, o labirinto medieval das Siete Calles é a alma de Bilbau: pintxos na Calle Somera, mercados, a Catedral de Santiago e a Plaza Nueva. Zona pedonal desde 1979. Acesso livre.
Parte Vieja (Casco Histórico)
San SebastiánLabirinto de ruas medievais reconstruídas após o incêndio de 1813, com a maior concentração de bares de pintxos do mundo por metro quadrado. Epicentro gastronómico e festivo de Donostia: a Plaza de la Constitución — com varandas numeradas do antigo coso — e a Basílica de Santa María são as suas joias arquitetónicas.
Calleja de las Flores
CórdobaO beco mais fotografado de Córdoba, encravado na Juderia medieval. As suas fachadas caiadas cobertas de vasos com gerânios e begónias formam um enquadramento natural onde aparece a torre campanário da Mesquita ao fundo. Juntamente com o bairro da Juderia que o rodeia, é o melhor exemplo do urbanismo andaluz que sobreviveu.