Torre del Oro
Torre albarrã almóada do século XIII à beira do Guadalquivir, símbolo defensivo de Sevilha. O seu nome provém dos azulejos dourados que a recobriam. Alberga o Museu Naval com mapas históricos e objetos das expedições americanas. Vista deslumbrante a partir da Ponte de Triana ao pôr do sol.
Uma torre de vigia com vistas para o Guadalquivir
A Torre del Oro não é um grande museu, e isso joga a seu favor: em meia hora percorre-se tudo e sai-se com uma das melhores panorâmicas do rio que Sevilha tem para oferecer. Os almoadas ergueram-na em 1221 como torre albarrã — separada da muralha — para controlar o acesso fluvial à Ponte das Barcas; uma corrente de ferro atravessava o Guadalquivir até uma torre gémea em Triana para barrar a passagem às embarcações inimigas. O nome vem do árabe Borg al-Dsahab («Torre do Ouro»), pelo brilho dourado que os seus azulejos cerâmicos projetavam sobre a água. Hoje alberga o Museu Naval (desde 1944), com cartas náuticas do século XVI, astrolábios, bússolas, maquetes de galeões e peças ligadas às expedições americanas. Mas o verdadeiro motivo para subir é a açoteia: a 36 metros abre-se a vista sobre o Guadalquivir, a Torre de los Perdigones e o centro histórico.
Bilhetes, preços e como evitar filas
A entrada geral custa 3 €, com tarifa reduzida de 1,50 € para crianças dos 6 aos 14 anos, estudantes, maiores de 65 anos e grupos. As crianças com menos de 6 anos e as pessoas com deficiência entram gratuitamente, e às segundas-feiras a visita é gratuita para todos (sem reserva, basta aparecer). Não há venda online: os bilhetes compram-se exclusivamente na bilheteira no próprio dia, pelo que também não é necessário reservar. O horário é de segunda a sexta das 9h30 às 18h45 e fins de semana das 10h30 às 18h45, com última entrada 30 minutos antes do fecho; encerra nos principais feriados (1 e 6 de janeiro, Sexta-Feira Santa, 1 de maio e 25 de dezembro). Para evitar filas, o melhor é ir durante a semana logo à abertura (9h30) ou depois das 17h00. Às segundas-feiras, por ser gratuito, há mais afluência: chegue à abertura. Evite o intervalo das 11h00 às 14h00 nos fins de semana de primavera e verão, quando coincidem os grupos.
Como chegar e conselhos de quem já lá esteve
Fica em pleno Passeio de Cristóvão Colombo, junto ao rio, pelo que quase de certeza ficará a caminho. A pé são cerca de 10 minutos da Catedral e uns 8 do Alcáçar. De metro, a Linha 1 para em Puerta de Jerez, a uns 4 minutos a pé; o elétrico Metrocentro (T1) também para em Puerta de Jerez. De autocarro, as linhas 03, 21, C4, C5 e 40 têm paragem «Paseo Cristóbal Colón (Torre del Oro)», a dois minutos. Reserve entre 30 e 60 minutos para a visita: é suficiente para percorrer os três andares do museu e subir à açoteia sem pressa. Uma nota importante: as escadas entre andares são estreitas e íngremes, e a torre não é acessível a pessoas com mobilidade reduzida. Em julho e agosto algumas fontes indicam que o horário é alargado até mais tarde, por isso se visitar no verão convém confirmar diretamente no museu antes de se deslocar.
Perguntas frequentes
Quanto custa a entrada e é preciso reservar?
Quanto tempo é necessário para a visita?
Qual é a melhor hora para evitar filas?
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