Baños Árabes de Ronda
Construídos no século XIII junto ao rio Guadalevín, estão entre os banhos árabes melhor conservados de Espanha, com salas frias, tépidas e quentes cobertas por abóbadas de estrelas. Conservam o seu sistema hidráulico original e uma nora próxima que subia a água a partir do ribeiro.
O essencial
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O que são e por que vale a pena visitar
Os Banhos Árabes de Ronda situam-se mais abaixo, no bairro de San Miguel, junto ao ribeiro das Culebras e a um passo da Puente Viejo. São banhos da época andalusí (nazarita, por volta dos séculos XIII-XIV) e estão conservados muito melhor do que a média do que resta na Andaluzia: não se vêem quatro pedras e um painel, vê-se o edifício quase inteiro. A visita percorre as três salas do esquema clássico do hammam — fria, tépida e quente — e o que realmente cativa é o teto: abóbadas perfuradas com claraboias em forma de estrela e octógono que deixam cair feixes de luz sobre o pavimento. Com a sala tépida vazia e em silêncio, é um dos lugares de Ronda que mais se aproxima de uma viagem no tempo. Conserva-se ainda parte do sistema hidráulico que trazia a água desde o ribeiro, algo que quase nunca se vê noutros banhos. A visita é curta e honesta: em 25-40 minutos vê-se tudo com calma, incluindo o audiovisual que explica como funcionava o circuito de água e calor. Se esperas uma experiência de spa, não é isso: são banhos arqueológicos para ver, não para tomar banho.
Perguntas frequentes
Quanto custa a entrada nos Banhos Árabes?
Porque estão tão tranquilos se são tão famosos?
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